quinta-feira, 19 de maio de 2011

Negócios sustentáveis: ainda um caminho a ser percorrido

Embora haja práticas reconhecidas e indicadores úteis, não há fórmulas ou atalhos. Não existem empresas sustentáveis, mas organizações que buscam, no dia-a-dia, o caminho do negócio sustentável

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Por Augusto Rodrigues, da CPFL *
11/2007
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Augusto Rodrigues é Diretor de Comunicação Empresarial da CPF Energia e conselheiro do Planeta Sustentável
Embora a sustentabilidade esteja na ordem do dia, as preocupações das corporações com os impactos de suas atividades são fato relativamente antigo.
No começo do século XIX, a DuPont, que ainda fabricava explosivos, preocupava-se com o bem-estar das comunidades de seu entorno; no começo do século XX, a Ford esforçava-se por melhorar a condição econômica de seus funcionários; e as preocupações de ordem ambiental integram a agenda empresarial ao menos desde a década de 1960. Porém, o desafio hoje é mais complexo, tratando-se de pensar a sustentabilidade de forma ampla e sistêmica.
Embora haja práticas reconhecidas e indicadores úteis, não há fórmulas ou atalhos. Também não existem empresas sustentáveis, mas, tão-somente, organizações que buscam, no dia-a-dia, o caminho do negócio sustentável, considerando todos os possíveis impactos de suas atividades sobre os múltiplos stakeholders (meio ambiente entre eles).
A CPFL Energia tem, persistentemente, buscado esse entendimento mais amplo, acreditando na construção coletiva de propostas e utilizado sua liderança empresarial para compartilhar experiências nas quais acredita. Por isso, sua participação no Planeta Sustentável.

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